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Livro de Reservas

Bem vindos! Sou apenas uma Turista cheia de bagagem, em viagem pela Vida, registando Reservas aqui e ali num Hotel chamado mundo.

Livro de Reservas

05.Fev.19

Coisas Fofas de 2018 #48, #49, #50, #51 e #52

Mi
Avança mais um mês no calendário, delicadamente veloz. Tenho uma dívida ainda por cobrar, a este meu cantinho: encerrar as coisas fofas de 2018. Deixar coisas pendentes é um pequeno martelinho no nosso cérebro. Tenho consumido muitos livros sobre simplificação, organização e espiritualidade e todos eles estão de acordo: focar no que temos agora, resolvendo tudo o que precisa ser resolvido, um passo de cada vez. Alguma tarefa que nos custa fazer? É só dividi-la em pequenas (...)
18.Jan.19

Coisas Fofas de 2018 #40, #41, #42, #43

Mi
Ontem chorei desalmadamente a ver o primeiro filme do John Wick. Não chorei pelo cão, mas pelas últimas lembranças que as pessoas que partem nos deixam, chorei pela morte e percebi que apenas chorava pelo meu Avô. Nunca vai passar, pois não? Ando a procurar orientar-me da melhor forma, focar a minha atenção no mais simples e apreciar, de coração, o que a Vida me tem dado todos os dias. Não é uma gratidão de modas, porque é super giro gritar ao mundo social que sou uma (...)
23.Dez.18

Coisas Fofas de 2018 #36, #37, #38, #39

Mi
O tempo não espera por nós; incrivelmente, recebemos tudo o que precisamos, a seu tempo, mas é o mesmo tempo que não espera que nos levantemos do chão: temos de avançar nem que seja de rastos. E então, pontas soltas ficam por resgatar, prendendo-se à nossa alma, ao nosso coração que nem tentáculos, e lá ficam, por resolver. Tornam-se um gigantesco polvo que nos consome, nos pesa e não nos deixa respirar profundamente.  Tenho um polvo, mas procuro esconder-me nele nas mais (...)
16.Nov.18

Coisas Fofas de 2018 #31, #32, #33, #34 e #35

Mi
Hoje, os sentimentos são agridoces. Sinto uma felicidade que me traz uma grande sensação de culpa: sinto-me feliz pois libertei-me de algumas responsabilidades (que falarei em breve)... a culpa.... não deveria sentir-me tão feliz, tendo o meu avô, neste momento, em estado muito crítico. A vida é uma constante antinomia e, constantemente, lidamos com a bipolaridade dos dias que percorremos. Venho até este refúgio resgatar mais uma mão-cheia de coisas fofas que têm passado, tão (...)